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14 Julho 2009
ENGANADO PELA MACACA
É muito triste ser enganado. A tristeza pode ser maior se a pessoa enganada estiver sendo vítima de alguém sabidamente de condição mental inferior a ela. Pior ainda, se tal pessoa, sendo enganada, nem se der conta do que lhe está acontecendo. Mas, desastroso mesmo, é se esse mesmo alguém ainda se arvora em mestre, e começa a passar para os outros “o conhecimento” (enganoso) então obtido. Homens tidos por sábios, de todos os tempos, têm muitas vezes sido enganados. E nem por isso “os comedores de coisas embrulhadas” têm deixado de plagiar o discurso mal fundamentado, mal falado e mal ouvido que os fascinou.
Na semana passada, demasiadamente sem tempo para nos deter diante de um televisor, ao só passar pela sala de nossa casa, ouvimos rapidamente no canal 14, da TV Escola, justamente um dos pretensos canais educadores deste país, um documentário daqueles narrados com voz solene e ares de sabedoria. O narrador dizia que Darwin começou suas experiências que redundaram na Teoria Evolucionista, assim: Um dia, estava se distraindo com uma macaca – macaca mesmo, uma orangotango – tendo nas mãos uma maçã, que a macaca quis deliciar. Ele, que num primeiro momento, recusou-se a dá-la, mas depois a deu, viu-a primeiro choramingar, “como que a se descabelar”, inconformada com a negativa de seu amigo humano, mas depois demonstrar grande satisfação, chegando ao ponto de “sorrir”, “vibrar”, coisas assim. Ele entendeu que tal particularidade era demasiadamente parecida com o comportamento humano, a partir de onde, prosseguindo em suas investigações, chegou ao veredicto final: “A Teoria da Evolução”.
Enganado pela macaca! O cientista que se deixou enganar pela macaca!
Como isto é assunto para muitos livros, e não para um reles artigo de jornal, queremos nos ater aqui a apenas “um mínimo de pó, da sabedoria que então caiu da mesa”: Fascinado com tanta semelhança, quando na verdade há gritante dissemelhança? A macaca demonstrou insatisfação enquanto não teve o que queria, mas, ao depois, foi muito grata, quando finalmente teve seu desejo saciado. Os homens não são assim. Os homens fazem birra, esperneiam, lutam pelo que querem, mas quando finalmente alcançam o que pretendem, apenas mudam de “objeto do desejo”. Quase não existem homens sorrindo, quase não existem homens vibrando” pelo que têm; senão, pelo contrário, “fazendo birra por pêras enquanto comem maçãs”.
Na semana passada, demasiadamente sem tempo para nos deter diante de um televisor, ao só passar pela sala de nossa casa, ouvimos rapidamente no canal 14, da TV Escola, justamente um dos pretensos canais educadores deste país, um documentário daqueles narrados com voz solene e ares de sabedoria. O narrador dizia que Darwin começou suas experiências que redundaram na Teoria Evolucionista, assim: Um dia, estava se distraindo com uma macaca – macaca mesmo, uma orangotango – tendo nas mãos uma maçã, que a macaca quis deliciar. Ele, que num primeiro momento, recusou-se a dá-la, mas depois a deu, viu-a primeiro choramingar, “como que a se descabelar”, inconformada com a negativa de seu amigo humano, mas depois demonstrar grande satisfação, chegando ao ponto de “sorrir”, “vibrar”, coisas assim. Ele entendeu que tal particularidade era demasiadamente parecida com o comportamento humano, a partir de onde, prosseguindo em suas investigações, chegou ao veredicto final: “A Teoria da Evolução”.
Enganado pela macaca! O cientista que se deixou enganar pela macaca!
Como isto é assunto para muitos livros, e não para um reles artigo de jornal, queremos nos ater aqui a apenas “um mínimo de pó, da sabedoria que então caiu da mesa”: Fascinado com tanta semelhança, quando na verdade há gritante dissemelhança? A macaca demonstrou insatisfação enquanto não teve o que queria, mas, ao depois, foi muito grata, quando finalmente teve seu desejo saciado. Os homens não são assim. Os homens fazem birra, esperneiam, lutam pelo que querem, mas quando finalmente alcançam o que pretendem, apenas mudam de “objeto do desejo”. Quase não existem homens sorrindo, quase não existem homens vibrando” pelo que têm; senão, pelo contrário, “fazendo birra por pêras enquanto comem maçãs”.
Como o erro é fascinante, nem a conversão de Darwin anos depois e o abandono de sua malfadada teoria, fez pararem os que a abraçaram e se incumbiram de levá-la à frente. Nem sabemos o que mais lamentar: as semelhanças ou as dissemelhanças com a esperta mas agradecida orangotango.
por Pr. Milton
por Pr. Milton
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09 Julho 2009
Acervo Digital
Paz a todos,
Como já foi avisado há alguns domingos atrás estamos criando um acervo digital com as fotografias que contam a história da Igreja Batista Monte Sião. Sabemos que muitas pessoas sempre gostaram de deixar registrados os mais diversos momentos da igreja. Certamente há muitas fotografias que podem ajudar a criar esse acervo e por isso pedimos a colaboração de todos que têm fotos de reuniões, acampamentos, passeios, vigílias, séries de conferências, escolas bíblicas de férias, batismos, casamentos, aniversários, comemorações, confraternizações, passagens de ano, natal, viagens e outros que possam acrescentar a esse acervo. Não vamos nos apropriar das fotografias, apenas faremos a digitalização e a devolveremos como já fizemos com algumas pessoas como a Nicinha Gama, Xanda e Marlene Barbosa.
Caso as fotografias sejam levadas na igreja nosso trabalho será muito facilitado. Por isso pedimos a colaboração nesse sentido também. Pretendemos encerrar essa coleta até o dia 19 de julho para passarmos a outras fases desse trabalho. Como já começamos selecionamos essas fotos antigas para que os irmãos descubram se conhecem algumas das pessoas das fotos. Têm desde antigos membros que se mudaram pra outras cidades a membros da igreja nos dias de hoje. Alguém se arrisca?
Desde já agradecemos a colaboração de quem se dispuser. Abraços e fiquem com Deus.
Wander e Ângela Silva
Como já foi avisado há alguns domingos atrás estamos criando um acervo digital com as fotografias que contam a história da Igreja Batista Monte Sião. Sabemos que muitas pessoas sempre gostaram de deixar registrados os mais diversos momentos da igreja. Certamente há muitas fotografias que podem ajudar a criar esse acervo e por isso pedimos a colaboração de todos que têm fotos de reuniões, acampamentos, passeios, vigílias, séries de conferências, escolas bíblicas de férias, batismos, casamentos, aniversários, comemorações, confraternizações, passagens de ano, natal, viagens e outros que possam acrescentar a esse acervo. Não vamos nos apropriar das fotografias, apenas faremos a digitalização e a devolveremos como já fizemos com algumas pessoas como a Nicinha Gama, Xanda e Marlene Barbosa.
Caso as fotografias sejam levadas na igreja nosso trabalho será muito facilitado. Por isso pedimos a colaboração nesse sentido também. Pretendemos encerrar essa coleta até o dia 19 de julho para passarmos a outras fases desse trabalho. Como já começamos selecionamos essas fotos antigas para que os irmãos descubram se conhecem algumas das pessoas das fotos. Têm desde antigos membros que se mudaram pra outras cidades a membros da igreja nos dias de hoje. Alguém se arrisca?
Desde já agradecemos a colaboração de quem se dispuser. Abraços e fiquem com Deus.
Wander e Ângela Silva
08 Julho 2009
NOVO LAYOUT!
Após muito trabalho, apresentamos a você o novo layout do Blog . Vote na coluna ao lado, queremos saber o que você achou.
06 Julho 2009
TEMPO PARA PENSAR
O tempo, hoje em dia, é um dos maiores escravisadores dos seres humanos. É impressionante como as pessoas não têm tempo para nada, porque estão sempre com uma infinidade de compromissos para cumprir. Desde uma Praça Sete, onde pessoas fervilham de um lado para outro, até no caminho de Lagoa de Santo Antônio para o centro desta cidade, tenho estado impressionado com o fluxo de pedestres e veículos todas as manhãs. Pelo andar da "carruagem”, parece que todas as pessoas estão simplesmente atrasadas, querendo “recuperar o tempo perdido”.
Até as crianças foram inseridas neste contexto brutal, pois são levantadas bem cedo, cumprem todo um dia de tantas e tantas tarefas, e, não raro, depois têm que ficar esperando o pai ou a mãe em algum lugar, para, findo o expediente, finalmente chegarem em casa já à noite. Algumas crianças ainda sofrem o desencontro de horários com seus pais, de modo que só conseguem vê-los ou serem vistas por eles, já dormindo. No fim de semana, destas, algumas mais felizardas conseguem que seu pai abra mão do futebol ou a mãe do salão de beleza.
Se a ganância fosse um pouquinho menos, e a razão prevalecesse um pouquinho mais, provavelmente andaríamos um pouquinho mais devagar. Mas estamos todos numa constante disputa de mercados e produtos.
O pior é que isto – correria – já virou mania. Certo índio estava correndo a pé e a pouca velocidade, numa estrada da floresta, quando alguém, num carro, ofereceu-lhe carona. O índio aceitou, e ficou impressionado com a velocidade excessiva imprimida pelo motorista em seu veículo. Dito motorista, chegando à estação de trem para onde se dirigiam, perguntou ao índio: -“Quanto tempo você levaria para chegar aqui, se viesse correndo a pé?”. O índio disse que demoraria uma hora e meia. O motorista olhou garbosamente no relógio e disse que fizeram o percurso em quinze minutos. Como faltavam uma hora e quarenta para a chegada do trem, o índio lhe perguntou: - “E o que faremos agora, enquanto o trem não chega?”.
É com o máximo respeito que fazemos menção à garota Baya Bakar, de 14 anos, única sobrevivente do acidente aéreo acontecido com um avião da Yemênia, no Oceano Índico na semana passada. Primeiramente, sabemos que aviões não voam devagar. E nem queremos que seja assim. Mas aquele, menos que devagar, até parou. Parou nas águas. Todos morreram, sobrevivendo apenas Baya, sem saber nadar, machucada, agarrada a destroços, vendo corpos e mais corpos de pessoas mortas a sua volta, pelo prazo aproximado de doze horas. Todos nós corremos, porque Deus deixa. Quando Ele manda, paramos. Tenho visto algumas formas, nada agradáveis, mas evitáveis, de parar apressados: doença, blitz, acidente, e até morte. O tempo, hoje em dia, é um dos maiores escravisadores dos seres humanos. É impressionante como as pessoas não têm tempo para nada, porque estão sempre com uma infinidade de compromissos para cumprir. Desde uma Praça Sete, onde pessoas fervilham de um lado para outro, até no caminho de Lagoa de Santo Antônio para o centro desta cidade, tenho estado impressionado com o fluxo de pedestres e veículos todas as manhãs. Pelo andar da carruagem”, parece que todas as pessoas estão simplesmente atrasadas, querendo “recuperar o tempo perdido”.
Até as crianças foram inseridas neste contexto brutal, pois são levantadas bem cedo, cumprem todo um dia de tantas e tantas tarefas, e, não raro, depois têm que ficar esperando o pai ou a mãe em algum lugar, para, findo o expediente, finalmente chegarem em casa já à noite. Algumas crianças ainda sofrem o desencontro de horários com seus pais, de modo que só conseguem vê-los ou serem vistas por eles, já dormindo. No fim de semana, destas, algumas mais felizardas conseguem que seu pai abra mão do futebol ou a mãe do salão de beleza.
Se a ganância fosse um pouquinho menos, e a razão prevalecesse um pouquinho mais, provavelmente andaríamos um pouquinho mais devagar. Mas estamos todos numa constante disputa de mercados e produtos.
O pior é que isto – correria – já virou mania. Certo índio estava correndo a pé e a pouca velocidade, numa estrada da floresta, quando alguém, num carro, ofereceu-lhe carona. O índio aceitou, e ficou impressionado com a velocidade excessiva imprimida pelo motorista em seu veículo. Dito motorista, chegando à estação de trem para onde se dirigiam, perguntou ao índio: -“Quanto tempo você levaria para chegar aqui, se viesse correndo a pé?”. O índio disse que demoraria uma hora e meia. O motorista olhou garbosamente no relógio e disse que fizeram o percurso em quinze minutos. Como faltavam uma hora e quarenta para a chegada do trem, o índio lhe perguntou: - “E o que faremos agora, enquanto o trem não chega?”.
É com o máximo respeito que fazemos menção à garota Baya Bakar, de 14 anos, única sobrevivente do acidente aéreo acontecido com um avião da Yemênia, no Oceano Índico na semana passada. Primeiramente, sabemos que aviões não voam devagar. E nem queremos que seja assim. Mas aquele, menos que devagar, até parou. Parou nas águas. Todos morreram, sobrevivendo apenas Baya, sem saber nadar, machucada, agarrada a destroços, vendo corpos e mais corpos de pessoas mortas a sua volta, pelo prazo aproximado de doze horas. Todos nós corremos, porque Deus deixa. Quando Ele manda, paramos. Tenho visto algumas formas, nada agradáveis, mas evitáveis, de parar apressados: doença, blitz, acidente, e até morte.
por Pr. Milton
Até as crianças foram inseridas neste contexto brutal, pois são levantadas bem cedo, cumprem todo um dia de tantas e tantas tarefas, e, não raro, depois têm que ficar esperando o pai ou a mãe em algum lugar, para, findo o expediente, finalmente chegarem em casa já à noite. Algumas crianças ainda sofrem o desencontro de horários com seus pais, de modo que só conseguem vê-los ou serem vistas por eles, já dormindo. No fim de semana, destas, algumas mais felizardas conseguem que seu pai abra mão do futebol ou a mãe do salão de beleza.
Se a ganância fosse um pouquinho menos, e a razão prevalecesse um pouquinho mais, provavelmente andaríamos um pouquinho mais devagar. Mas estamos todos numa constante disputa de mercados e produtos.
O pior é que isto – correria – já virou mania. Certo índio estava correndo a pé e a pouca velocidade, numa estrada da floresta, quando alguém, num carro, ofereceu-lhe carona. O índio aceitou, e ficou impressionado com a velocidade excessiva imprimida pelo motorista em seu veículo. Dito motorista, chegando à estação de trem para onde se dirigiam, perguntou ao índio: -“Quanto tempo você levaria para chegar aqui, se viesse correndo a pé?”. O índio disse que demoraria uma hora e meia. O motorista olhou garbosamente no relógio e disse que fizeram o percurso em quinze minutos. Como faltavam uma hora e quarenta para a chegada do trem, o índio lhe perguntou: - “E o que faremos agora, enquanto o trem não chega?”.
É com o máximo respeito que fazemos menção à garota Baya Bakar, de 14 anos, única sobrevivente do acidente aéreo acontecido com um avião da Yemênia, no Oceano Índico na semana passada. Primeiramente, sabemos que aviões não voam devagar. E nem queremos que seja assim. Mas aquele, menos que devagar, até parou. Parou nas águas. Todos morreram, sobrevivendo apenas Baya, sem saber nadar, machucada, agarrada a destroços, vendo corpos e mais corpos de pessoas mortas a sua volta, pelo prazo aproximado de doze horas. Todos nós corremos, porque Deus deixa. Quando Ele manda, paramos. Tenho visto algumas formas, nada agradáveis, mas evitáveis, de parar apressados: doença, blitz, acidente, e até morte. O tempo, hoje em dia, é um dos maiores escravisadores dos seres humanos. É impressionante como as pessoas não têm tempo para nada, porque estão sempre com uma infinidade de compromissos para cumprir. Desde uma Praça Sete, onde pessoas fervilham de um lado para outro, até no caminho de Lagoa de Santo Antônio para o centro desta cidade, tenho estado impressionado com o fluxo de pedestres e veículos todas as manhãs. Pelo andar da carruagem”, parece que todas as pessoas estão simplesmente atrasadas, querendo “recuperar o tempo perdido”.
Até as crianças foram inseridas neste contexto brutal, pois são levantadas bem cedo, cumprem todo um dia de tantas e tantas tarefas, e, não raro, depois têm que ficar esperando o pai ou a mãe em algum lugar, para, findo o expediente, finalmente chegarem em casa já à noite. Algumas crianças ainda sofrem o desencontro de horários com seus pais, de modo que só conseguem vê-los ou serem vistas por eles, já dormindo. No fim de semana, destas, algumas mais felizardas conseguem que seu pai abra mão do futebol ou a mãe do salão de beleza.
Se a ganância fosse um pouquinho menos, e a razão prevalecesse um pouquinho mais, provavelmente andaríamos um pouquinho mais devagar. Mas estamos todos numa constante disputa de mercados e produtos.
O pior é que isto – correria – já virou mania. Certo índio estava correndo a pé e a pouca velocidade, numa estrada da floresta, quando alguém, num carro, ofereceu-lhe carona. O índio aceitou, e ficou impressionado com a velocidade excessiva imprimida pelo motorista em seu veículo. Dito motorista, chegando à estação de trem para onde se dirigiam, perguntou ao índio: -“Quanto tempo você levaria para chegar aqui, se viesse correndo a pé?”. O índio disse que demoraria uma hora e meia. O motorista olhou garbosamente no relógio e disse que fizeram o percurso em quinze minutos. Como faltavam uma hora e quarenta para a chegada do trem, o índio lhe perguntou: - “E o que faremos agora, enquanto o trem não chega?”.
É com o máximo respeito que fazemos menção à garota Baya Bakar, de 14 anos, única sobrevivente do acidente aéreo acontecido com um avião da Yemênia, no Oceano Índico na semana passada. Primeiramente, sabemos que aviões não voam devagar. E nem queremos que seja assim. Mas aquele, menos que devagar, até parou. Parou nas águas. Todos morreram, sobrevivendo apenas Baya, sem saber nadar, machucada, agarrada a destroços, vendo corpos e mais corpos de pessoas mortas a sua volta, pelo prazo aproximado de doze horas. Todos nós corremos, porque Deus deixa. Quando Ele manda, paramos. Tenho visto algumas formas, nada agradáveis, mas evitáveis, de parar apressados: doença, blitz, acidente, e até morte.
por Pr. Milton
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29 Junho 2009
DESTINOS À VONTADE
Ontem estivemos meditando em Efésios 1: 3-5, onde a Palavra de Deus diz: "Bendito O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele, e em amor nos predestinou para ele, para adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade".
Especialmente aqui, gostaríamos de destacar uma pequena parte do trecho citado, onde diz, como já vimos, "nos escolheu nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele".
É fato notório que, quando o primeiríssimo homem do mundo – Adão – foi criado, Deus já sabia, não somente tudo sobre ele, como também tudo sobre todos os homens que depois haveriam de nascer, inclusive já sabia qual será o último homem a nascer no planeta, de que sexo, nacionalidade, cor, condição social e tudo o mais. Sabia, como sabe, o ano, mês, dia e horário em que nascerá. Sabia, e sabe, que depois dele, ninguém mais nascerá na Terra.
Entra em pauta um assunto que gera muitas discussões: o destino!
E é aqui que precisamos entrar, com a Palavra de Deus, para dizer qual a verdade a tal respeito: Deus, ao criar o homem – e, mais abrangentemente falando – ao criar cada homem, traçou-lhe, sem dúvida, um destino, um caminho, um modo de viver. Mas Maravilhoso e Perfeito que é, não negou o livre arbítrio a ningueém, pelo que, ainda que existindo um caminho – da parte de Deus – traçado para cada homem, também permitiu, como permite, que cada um faça sua escolha pessoal.
Qualquer um de nós sabe que o mundo está repleto de caminhos e descaminhos, atalhos e "quebradas", todos freqüentados por alguém. Cada um faz sua trajetória e segue por ela. Só escolhe, evidentemente, o caminho a que ela leva. O ponto de chegada, é pura conseqüência. Ora, quem pegar a estrada para o Rio de Janeiro não poderá mesmo pretender chegar a Brasília. Escolhe-se a estrada, arca-se com o ônus da escolha, e chega-se onde ela leva.
Assim, notamos que aquela bênção maravilhosa de trilhar o caminho certo, que leva "ao porto desejado" (Salmo 107:30), está disponível a cada um, ao lado, é certo, de tantos descaminhos, atalhos e quebradas, pelos quais a mesma pessoa pode escolher, se quiser. Deus gostaria muito que todos entrássemos pelo seu caminho, mas não nos força a tal. Nada forçado é bom.
Certo louco, que escapou do hospício em uma capital do Brasil, sendo perseguido pelos funcionários do nosocômio, que, na verdade, queriam salvá-lo, saltou num rio repleto de plantas aquáticas, que nem o deixavam nadar nem o sustentavam. Assim, morreu como escolheu, "dando bananas" para quem queriam salvá-lo.
por Pr. Milton
Especialmente aqui, gostaríamos de destacar uma pequena parte do trecho citado, onde diz, como já vimos, "nos escolheu nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele".
É fato notório que, quando o primeiríssimo homem do mundo – Adão – foi criado, Deus já sabia, não somente tudo sobre ele, como também tudo sobre todos os homens que depois haveriam de nascer, inclusive já sabia qual será o último homem a nascer no planeta, de que sexo, nacionalidade, cor, condição social e tudo o mais. Sabia, como sabe, o ano, mês, dia e horário em que nascerá. Sabia, e sabe, que depois dele, ninguém mais nascerá na Terra.
Entra em pauta um assunto que gera muitas discussões: o destino!
E é aqui que precisamos entrar, com a Palavra de Deus, para dizer qual a verdade a tal respeito: Deus, ao criar o homem – e, mais abrangentemente falando – ao criar cada homem, traçou-lhe, sem dúvida, um destino, um caminho, um modo de viver. Mas Maravilhoso e Perfeito que é, não negou o livre arbítrio a ningueém, pelo que, ainda que existindo um caminho – da parte de Deus – traçado para cada homem, também permitiu, como permite, que cada um faça sua escolha pessoal.
Qualquer um de nós sabe que o mundo está repleto de caminhos e descaminhos, atalhos e "quebradas", todos freqüentados por alguém. Cada um faz sua trajetória e segue por ela. Só escolhe, evidentemente, o caminho a que ela leva. O ponto de chegada, é pura conseqüência. Ora, quem pegar a estrada para o Rio de Janeiro não poderá mesmo pretender chegar a Brasília. Escolhe-se a estrada, arca-se com o ônus da escolha, e chega-se onde ela leva.
Assim, notamos que aquela bênção maravilhosa de trilhar o caminho certo, que leva "ao porto desejado" (Salmo 107:30), está disponível a cada um, ao lado, é certo, de tantos descaminhos, atalhos e quebradas, pelos quais a mesma pessoa pode escolher, se quiser. Deus gostaria muito que todos entrássemos pelo seu caminho, mas não nos força a tal. Nada forçado é bom.
Certo louco, que escapou do hospício em uma capital do Brasil, sendo perseguido pelos funcionários do nosocômio, que, na verdade, queriam salvá-lo, saltou num rio repleto de plantas aquáticas, que nem o deixavam nadar nem o sustentavam. Assim, morreu como escolheu, "dando bananas" para quem queriam salvá-lo.
por Pr. Milton
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22 Junho 2009
PASTOREIOS NO EGITO
Faraó estava felicíssimo! Adquirira um escravo sem ter que pagar nada por ele, pois José fora escravo de Potifar, de cuja casa fora para a prisão; e da prisão, tendo interpretado os sonhos de Faraó, foi libertado por este, para gerir as finanças do império. Foi muito fácil o ato governamental: bastou um “generoso indulto ministrado em causa própria” e o preso deixou de ser preso, contanto que o servisse no paço real. “Canetadas” dos poderosos!
Mais feliz ainda ficou, quando a família de José chegou de mudança para o Egito. Quando faraó soube que eram onze os irmãos de José, logo pensou que seriam “onze Josés”. Sua alegria durou pouco, pois eles eram apenas pastores de gado, nada sonhadores e nada visionários. No pior, parece-nos que faraó nem atinou: eles eram pastores que estavam sem pastos para o seu gado. Quando um “pastor” não tem “pastos” para o seu rebanho, ele na verdade não é um pastor. Ele pode ser qualquer coisa, como algum pseudo-pastor, legítimo aventureiro, ou, na linguagem moderna, líder carismático, “show man” ou “show business”. Jesus era pastor e dele está escrito: “O Senhor é meu pastor, nada me faltará; deitar-me faz em verdes pastos, guia-me às águas tranquilas” (Salmo 23). Mais agravante: mentiram ao dizer que foram para o Egito à procura de pastos para seu rebanho (Gen. 47: 4), Eles foram para o Egito porque eles mesmos estavam com fome. Faraó, que não queria ficar sem pelo menos “uma pequena beliscada”, mandou que José lhes desse pastos do Egito para seus rebanhos, contanto que cuidassem juntamente dos rebanhos de Faraó também. Os animais também têm suas “manhas”: nós tínhamos uma gata, que confiamos aos cuidados de uma pessoa amiga, quando, em certa ocasião fizemos uma viagem. Recomendamos-lhe que se desse uns três pães de queijo todos os dias para a gatinha, mas quando chegamos, ela estava magérrima. Diante de tantas explicações da pessoa amiga, que dizia que todos os dias lhe dava o alimento orientado, mas ela não o comia, perguntamos-lhe se ela os picava. Respondendo-nos negativamente, dissemos que o bichano de fato só comeria o dito alimento se lhe fosse dado devidamente picado. Mas as “ovelhas de Israel” tiveram que comer a comida dos “cabritos do Egito”, porque era o que seus pastores lhes serviam: comidas de cabritos do Egito para as ovelhas de Israel.
O rebanho de Deus, que são as ovelhas de Israel e que têm pastores que de fato são pastores, querem se alimentar é da verdade, da Palavra de Deus, e não das falácias, mas, são capazes até de alargar a garganta para engolir até plásticos como os cabritos, se necessário for. São adaptáveis a qualquer cardápio, primeiro se horrorizando com a comida dos cabritos, depois aquiescendo ao seu aroma e algum tempo depois aceitando-a normalmente, como se fossem (?) cabritos.
por Pr. Milton
Mais feliz ainda ficou, quando a família de José chegou de mudança para o Egito. Quando faraó soube que eram onze os irmãos de José, logo pensou que seriam “onze Josés”. Sua alegria durou pouco, pois eles eram apenas pastores de gado, nada sonhadores e nada visionários. No pior, parece-nos que faraó nem atinou: eles eram pastores que estavam sem pastos para o seu gado. Quando um “pastor” não tem “pastos” para o seu rebanho, ele na verdade não é um pastor. Ele pode ser qualquer coisa, como algum pseudo-pastor, legítimo aventureiro, ou, na linguagem moderna, líder carismático, “show man” ou “show business”. Jesus era pastor e dele está escrito: “O Senhor é meu pastor, nada me faltará; deitar-me faz em verdes pastos, guia-me às águas tranquilas” (Salmo 23). Mais agravante: mentiram ao dizer que foram para o Egito à procura de pastos para seu rebanho (Gen. 47: 4), Eles foram para o Egito porque eles mesmos estavam com fome. Faraó, que não queria ficar sem pelo menos “uma pequena beliscada”, mandou que José lhes desse pastos do Egito para seus rebanhos, contanto que cuidassem juntamente dos rebanhos de Faraó também. Os animais também têm suas “manhas”: nós tínhamos uma gata, que confiamos aos cuidados de uma pessoa amiga, quando, em certa ocasião fizemos uma viagem. Recomendamos-lhe que se desse uns três pães de queijo todos os dias para a gatinha, mas quando chegamos, ela estava magérrima. Diante de tantas explicações da pessoa amiga, que dizia que todos os dias lhe dava o alimento orientado, mas ela não o comia, perguntamos-lhe se ela os picava. Respondendo-nos negativamente, dissemos que o bichano de fato só comeria o dito alimento se lhe fosse dado devidamente picado. Mas as “ovelhas de Israel” tiveram que comer a comida dos “cabritos do Egito”, porque era o que seus pastores lhes serviam: comidas de cabritos do Egito para as ovelhas de Israel.
O rebanho de Deus, que são as ovelhas de Israel e que têm pastores que de fato são pastores, querem se alimentar é da verdade, da Palavra de Deus, e não das falácias, mas, são capazes até de alargar a garganta para engolir até plásticos como os cabritos, se necessário for. São adaptáveis a qualquer cardápio, primeiro se horrorizando com a comida dos cabritos, depois aquiescendo ao seu aroma e algum tempo depois aceitando-a normalmente, como se fossem (?) cabritos.
por Pr. Milton
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18 Junho 2009
FOTOS 1º CHURRASMIZADE
Dia 11/06/09 aconteceu no Clube AABB uma confraternização entre os irmãos da igreja. Foi um dia muito especial, vejam as fotos...





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15 Junho 2009
PALAVRA “NÃO”. ESPÉCIE EM EXTINÇÃO
Nosso texto de hoje é como uma “colcha de retalhos”, ainda que de apenas dois retalhos. Isto, porque estaremos aproveitando o material de dois “downloads” que recebemos nestes últimos dias, pelos quais agradecemos imensamente a quem no-los enviou.
O primeiro, resumindo tanto quanto possível e relatando-o com nossas palavras, narra a história de um porco que lutou muito para reanimar um cavalo sentenciado ao sacrifício pelo seu veterinário, já que, portador de uma virose supostamente incurável, não conseguia se levantar. Só no último dia de sua oportunidade, num grande esforço, diante de palavras tão encorajadoras do porco, o cavalo conseguiu se colocar de pé, passando a correr e saltar pelas plagas daquela bonita fazenda. Quando o dono da fazenda, acompanhado do veterinário, viu o que acontecia, exultou e bradou: “Que beleza! O cavalo sarou! Isto merece uma festa: vamos matar o porco”.
A outra história, conteúdo do outro “download”, bem diferente, versa sobre o seqüestro e morte acontecido em Santo André, bem recentemente. É algo bem diferente e se liga ao primeiro “download” por um pequeno liame.
Um rapaz de 22 anos se sentiu no direito de sequestrar duas jovens, mantendo-as em cárcere privado e sob a mira de um revólver por cerca de 100 horas. Quebrou a rotina de trabalho de todos os cidadãos daquele prédio, além de incomodar todos os moradores do condomínio onde o mesmo se situava. Como se não bastasse, provocou um trabalho horrível para a polícia, que teve que estar ali algumas noites e dias, numa luta altamente estressante. Também, “brindou-nos” com o enojante sensacionalismo da mídia, que se gaba de seus “ibopes” noticiando infelicidade alheia. Como se tal não bastasse, no último ato de sua peça teatral, desferiu um tiro que ceifou a vida de uma das jovens. E tudo por uma única razão: uma palavra em extinção. A palavra”não” está em extinção. Lindemberg queria conversar com Eloá, mesmo ela não querendo, e, como para as vontades dele não existe “não”, quis obter o que desejou a qualquer custo. Faltara um”não” dos pais de Eloá quando, criança de apenas 12 anos, quis namorar com aquele rapaz; faltou um “não” da autoridade policial quando o seqüestrador quis a volta da garota Naiara ao picadeiro em que ele se apresentava; faltou um “não” dos pais de Naiara quando ela, solta do cativeiro mas estranhamente solicitada a voltar lá, voltou e quase foi morta; faltou um “não” dos pais de Lindemberg, que deveriam tê-lo buscado, como se busca um moleque que está fazendo algo inconcebível; faltou um “não” do governo para a imprensa sensacionalista, que fez aquele bandido se sentir um “mocinho” e um “homem de bem”. Justamente Eloá, a única que disse um “não” naquela história, levou um tiro na cabeça e morreu. Tinha dito ao seu ex-namorado o compreensível “não” e pagou por tal palavra com a sua vida.
por Pr. Milton
O primeiro, resumindo tanto quanto possível e relatando-o com nossas palavras, narra a história de um porco que lutou muito para reanimar um cavalo sentenciado ao sacrifício pelo seu veterinário, já que, portador de uma virose supostamente incurável, não conseguia se levantar. Só no último dia de sua oportunidade, num grande esforço, diante de palavras tão encorajadoras do porco, o cavalo conseguiu se colocar de pé, passando a correr e saltar pelas plagas daquela bonita fazenda. Quando o dono da fazenda, acompanhado do veterinário, viu o que acontecia, exultou e bradou: “Que beleza! O cavalo sarou! Isto merece uma festa: vamos matar o porco”.
A outra história, conteúdo do outro “download”, bem diferente, versa sobre o seqüestro e morte acontecido em Santo André, bem recentemente. É algo bem diferente e se liga ao primeiro “download” por um pequeno liame.
Um rapaz de 22 anos se sentiu no direito de sequestrar duas jovens, mantendo-as em cárcere privado e sob a mira de um revólver por cerca de 100 horas. Quebrou a rotina de trabalho de todos os cidadãos daquele prédio, além de incomodar todos os moradores do condomínio onde o mesmo se situava. Como se não bastasse, provocou um trabalho horrível para a polícia, que teve que estar ali algumas noites e dias, numa luta altamente estressante. Também, “brindou-nos” com o enojante sensacionalismo da mídia, que se gaba de seus “ibopes” noticiando infelicidade alheia. Como se tal não bastasse, no último ato de sua peça teatral, desferiu um tiro que ceifou a vida de uma das jovens. E tudo por uma única razão: uma palavra em extinção. A palavra”não” está em extinção. Lindemberg queria conversar com Eloá, mesmo ela não querendo, e, como para as vontades dele não existe “não”, quis obter o que desejou a qualquer custo. Faltara um”não” dos pais de Eloá quando, criança de apenas 12 anos, quis namorar com aquele rapaz; faltou um “não” da autoridade policial quando o seqüestrador quis a volta da garota Naiara ao picadeiro em que ele se apresentava; faltou um “não” dos pais de Naiara quando ela, solta do cativeiro mas estranhamente solicitada a voltar lá, voltou e quase foi morta; faltou um “não” dos pais de Lindemberg, que deveriam tê-lo buscado, como se busca um moleque que está fazendo algo inconcebível; faltou um “não” do governo para a imprensa sensacionalista, que fez aquele bandido se sentir um “mocinho” e um “homem de bem”. Justamente Eloá, a única que disse um “não” naquela história, levou um tiro na cabeça e morreu. Tinha dito ao seu ex-namorado o compreensível “não” e pagou por tal palavra com a sua vida.
por Pr. Milton
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08 Junho 2009
MUDANÇA NA ANATOMIA DO JOELHO HUMANO
Sabemos que é simples demais, talvez até simplório para alguns, o que exporemos nestas primeiras linhas. Mas pedimos vênia e paciência aos sábios que nos honram com sua leitura: Para nós, sem dúvida, foi Deus quem criou todas as coisas. Nada é fruto do acaso. Nem coisa alguma foi feita a esmo, nem detalhes mesmo ínfimos de cada obra Sua são vazios de sentido. Há momentos em que Deus nos parece alguém como nós, com bastante senso de humor, que cria coisas que escapam à nossa imaginação. É claro que vamos citar algumas das mais elementares possíveis, sobre cuja matéria todos sentem que sabem de sobra, e de repente cá vimos nós mencionar.
O cão, singularmente expressa sua alegria justamente com um membro posterior, o rabo, lá atrás, enquanto nós trazemos o sorriso nos lábios, bem à frente, como um verdadeiro cartão de visita. O pato foi privilegiado, podendo voar, andar no solo seco e também nadar. Só que não faz nenhuma das três coisas muito bem. Como as pessoas especialistas em muitas coisas, mas que deixam muito a desejar no desempenho de suas tarefas. Sinceramente não apreciamos aquele trabalhador polivalente de “todos os eiros”: pedreiro, vidraceiro, telhadeiro, e daí por diante.
Na anatomia humana, as mãos de que Deus nos proveu, falam por si, de modo que se nos dirigimos ao povo com as palmas para baixo, é para abençoar, acalmar, coisas assim. Se as palmas são postas para cima, mais estamos propensos a pedir. Os políticos gostam muito deste gesto durante as campanhas e do outro quando não mais precisam de quem os elegeu.
Passando aos joelhos, que bom que Deus no-los deu. Que espetáculo a mobilidade eficiente dos joelhos. Atletas do salto triplo fazem absurdos, se valendo deste ”equipamento” recebido de graça quando nascemos e jogadores de futebol são capazes de bater o pé com tanta força numa bola, graças aos joelhos – a alavanca – que as arremessam a mais de cem quilômetros horários.
São acima de tudo espetaculares os joelhos, para dobrar e ajoelhar. Ajoelhar diante de Deus! As coisas mais tremendas que o ser humano pode fazer – pasmem – não é usando a cabeça, a boca, as mãos ou os pés. Mas é fazendo uso dos joelhos. É claro que nos referimos à genuflexão física associada à mental e espiritual, e isso unicamente diante de Deus. Algumas pessoas, não se vergam jamais. Que pena, pois com Deus, o que nunca se dobra, um dia se quebra. Demais de tudo, haverá um dia, já previsto por Filipenses 2: 10, em que “todo joelho se dobrará diante dO Senhor Jesus”. Pena que já não será útil ao dono dos joelhos, já não lhe renderá dividendo algum, porque se prestará apenas para que se reconheça que Jesus Cristo é O (único) Senhor!
por Pr. Milton
O cão, singularmente expressa sua alegria justamente com um membro posterior, o rabo, lá atrás, enquanto nós trazemos o sorriso nos lábios, bem à frente, como um verdadeiro cartão de visita. O pato foi privilegiado, podendo voar, andar no solo seco e também nadar. Só que não faz nenhuma das três coisas muito bem. Como as pessoas especialistas em muitas coisas, mas que deixam muito a desejar no desempenho de suas tarefas. Sinceramente não apreciamos aquele trabalhador polivalente de “todos os eiros”: pedreiro, vidraceiro, telhadeiro, e daí por diante.
Na anatomia humana, as mãos de que Deus nos proveu, falam por si, de modo que se nos dirigimos ao povo com as palmas para baixo, é para abençoar, acalmar, coisas assim. Se as palmas são postas para cima, mais estamos propensos a pedir. Os políticos gostam muito deste gesto durante as campanhas e do outro quando não mais precisam de quem os elegeu.
Passando aos joelhos, que bom que Deus no-los deu. Que espetáculo a mobilidade eficiente dos joelhos. Atletas do salto triplo fazem absurdos, se valendo deste ”equipamento” recebido de graça quando nascemos e jogadores de futebol são capazes de bater o pé com tanta força numa bola, graças aos joelhos – a alavanca – que as arremessam a mais de cem quilômetros horários.
São acima de tudo espetaculares os joelhos, para dobrar e ajoelhar. Ajoelhar diante de Deus! As coisas mais tremendas que o ser humano pode fazer – pasmem – não é usando a cabeça, a boca, as mãos ou os pés. Mas é fazendo uso dos joelhos. É claro que nos referimos à genuflexão física associada à mental e espiritual, e isso unicamente diante de Deus. Algumas pessoas, não se vergam jamais. Que pena, pois com Deus, o que nunca se dobra, um dia se quebra. Demais de tudo, haverá um dia, já previsto por Filipenses 2: 10, em que “todo joelho se dobrará diante dO Senhor Jesus”. Pena que já não será útil ao dono dos joelhos, já não lhe renderá dividendo algum, porque se prestará apenas para que se reconheça que Jesus Cristo é O (único) Senhor!
por Pr. Milton
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03 Junho 2009
01 Junho 2009
A HISTÓRIA NÃO SE OMITE
Vimos recentemente a festa de posse de Barack Obama, na presidência da república dos Estados Unidos da América do Norte. Havia de quase tudo para todos os gostos: desfile de homens do mais alto poder mundial, das mais caras e cobiçadas modas, da eficiente cobertura mundial do evento, das manifestações de esperança, que saltaram até para os outros continentes, caindo, de modo curioso e insólito na pequena aldeia onde nasceu o presidente, de modo que pareceu-nos que ela deseja e até espera que ele proceda para com ela mais ou menos como se fora o seu presidente local.
O homem, tanto se tornou uma chama de esperança para a nação norte americana – marca que soube atrair para si - quanto, ninguém pode negar, uma incógnita para o mundo todo. Os motivos para tal, saltam-nos aos olhos: naqueles dias, acabava de sair um Bush, norte-americano do orgulhoso Texas, republicano, branco, cristão, para dar lugar a um Barack, africano de uma aldeia interiorana do Quênia, democrata, negro, “do islão”. Como se não bastasse, levava para dentro da Casa Branca, inserido em seu nome, uma mistura de Obama com Hussein: Obama, quase de Ozama Bin Laden, e Hussein, isto sim, de Sadan Hussein, justamente o nome dos dois arqui-inimigos com trincheiras no Afeganistão e no Iraque, contra os quais os EUA sustentaram uma guerra malfadada até agora.
Houve até um fato, sem dúvida alguma de somenos importância para alguns, que, nem assim escapou a nossa atenção e interesse: Após o chá informal de despedida de sua moradia de tantos anos, quando cruzou os umbrais da Casa Branca pela última vez, dest´arte ao lado do seu novo morador, Bush estava justamente ao lado de Barack Obama. Diga-se de passagem: do seu lado direito. O “sainte”, de direita, saindo pela esquerda, enquanto que o “chegante”, de esquerda, saindo então pela direita. Tínhamos ali farto material para a mais acurada reflexão política. Mais curioso ainda foi que, após uma parada rápida para fotos, Obama fez uma “ultrapassagem perigosa”, cortando Bush pela direita, dirigindo-se para o seu lado esquerdo, de modo que, passando pressurosamente à frente do seu antecessor, quase lhe proporcionou um “tropeção” no novo mandatário nacional, justamente no seu último passo, no último degrau de saída da Casa Branca.
Vale a pena nos lembrar nesta hora que a Palavra de Deus nos adverte de que, em meio a uma grande crise mundial, como esta atual, na verdade negada, mas ainda não contornada, e uma conjuntura como a que temos hoje, surgirá um verdadeiro “homem da esperança”, não isento da incógnita que representa. Tal homem - o da Bíblia, não o Bara – só não será amigo da verdadeira Igreja e do estado de Israel. Não vemos e nem temos porque ver tal homem se personificar em Barack Obama, mas não temos porque não “nos antenar nos fatos”. Afinal de contas, a história apenas parece ser silenciosa.
por Pr. Milton
O homem, tanto se tornou uma chama de esperança para a nação norte americana – marca que soube atrair para si - quanto, ninguém pode negar, uma incógnita para o mundo todo. Os motivos para tal, saltam-nos aos olhos: naqueles dias, acabava de sair um Bush, norte-americano do orgulhoso Texas, republicano, branco, cristão, para dar lugar a um Barack, africano de uma aldeia interiorana do Quênia, democrata, negro, “do islão”. Como se não bastasse, levava para dentro da Casa Branca, inserido em seu nome, uma mistura de Obama com Hussein: Obama, quase de Ozama Bin Laden, e Hussein, isto sim, de Sadan Hussein, justamente o nome dos dois arqui-inimigos com trincheiras no Afeganistão e no Iraque, contra os quais os EUA sustentaram uma guerra malfadada até agora.
Houve até um fato, sem dúvida alguma de somenos importância para alguns, que, nem assim escapou a nossa atenção e interesse: Após o chá informal de despedida de sua moradia de tantos anos, quando cruzou os umbrais da Casa Branca pela última vez, dest´arte ao lado do seu novo morador, Bush estava justamente ao lado de Barack Obama. Diga-se de passagem: do seu lado direito. O “sainte”, de direita, saindo pela esquerda, enquanto que o “chegante”, de esquerda, saindo então pela direita. Tínhamos ali farto material para a mais acurada reflexão política. Mais curioso ainda foi que, após uma parada rápida para fotos, Obama fez uma “ultrapassagem perigosa”, cortando Bush pela direita, dirigindo-se para o seu lado esquerdo, de modo que, passando pressurosamente à frente do seu antecessor, quase lhe proporcionou um “tropeção” no novo mandatário nacional, justamente no seu último passo, no último degrau de saída da Casa Branca.
Vale a pena nos lembrar nesta hora que a Palavra de Deus nos adverte de que, em meio a uma grande crise mundial, como esta atual, na verdade negada, mas ainda não contornada, e uma conjuntura como a que temos hoje, surgirá um verdadeiro “homem da esperança”, não isento da incógnita que representa. Tal homem - o da Bíblia, não o Bara – só não será amigo da verdadeira Igreja e do estado de Israel. Não vemos e nem temos porque ver tal homem se personificar em Barack Obama, mas não temos porque não “nos antenar nos fatos”. Afinal de contas, a história apenas parece ser silenciosa.
por Pr. Milton
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25 Maio 2009
1º CHURRASMIZADE IBMS
O 1º Churrasmizade é uma grande oportunidade para você levar sua família, desfrutar de um ambiente agradável, se divertir e estar em comunhão com nossos irmãos em Cristo. Abaixo, maiores informações.
Dia: 11 de Junho (feriado de Chorpus Christ)
Local: Clube AABB (Associação Atletica do Banco do Brasil) Mapa de como chegar.
Valor: R$15,00 (entrada no clube + churrasco)



Horário de Ônibus
Adquira seu ingresso no culto da mocidade ou com os jovens ( Aninha, Chiquinho, Patrícia, Victor Ataide, Victor Antunes, Raphael, Marquinhos, Paulo Márcio, Nayara ou Juninho) até o dia 07 de junho.
Obs.:
- É proibido a entrada no clube com qualquer tipo de bebida, cada um terá que comprar na lanchonete do clube.
- Ingressos limitados.
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! Salmo 133:1
Adquira seu ingresso no culto da mocidade ou com os jovens ( Aninha, Chiquinho, Patrícia, Victor Ataide, Victor Antunes, Raphael, Marquinhos, Paulo Márcio, Nayara ou Juninho) até o dia 07 de junho.
Obs.:
- É proibido a entrada no clube com qualquer tipo de bebida, cada um terá que comprar na lanchonete do clube.
- Ingressos limitados.
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! Salmo 133:1
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O LIVRO QUE IMPORTA
Os diferentes ambientes de trabalho sempre nos chamam a atenção. O ambiente que nos ocorre agora é um cartório: lugar normalmente sisudo, com livros de quase um metro de comprimento, pesando talvez uns vinte quilos, aos quais os funcionários manuseiam com algum esforço, à busca, às vezes, de um registro antiqüíssimo, cujos protagonistas e serventuários citados, de longa data já se ausentaram do convívio com os viventes. Um dia, tivemos a grata oportunidade de ver, nesta cidade, um livro muito antigo, do século XIX, onde estavam registradas escrituras públicas de libertação de escravos. Pareceu-nos que um lindo desenho artesanal, da produção do mesmo oficial do cartório, supria a inexistência ainda do carimbo. Tudo isto, pasmem, do tempo em que Pedro Leopoldo fazia parte da comarca de Curvelo. Achamos um espetáculo!
A Bíblia Sagrada também nos brinda em Apocalipse 20:11-15 com a narrativa de um singular acontecimento envolvendo livros, ocorrido justamente no contexto de um dos mais singulares e extraordinários acontecimentos, que é o Dia do Juízo Final, a ocorrer diante do “grande trono branco”. Para começar, o texto e seu contexto ensinam que, naquele dia, grandes e pequenos, todos de pé e sem proteção judicial ou política alguma, estarão perante o último e definitivo tribunal, contra cujas sentenças jamais haverá recurso. A voracidade dos cemitérios, do mar e da morte, cederão lugar ao papel subserviente que assumirão, de verdadeiros oficiais de justiça, trazendo à presença do Supremo Juiz todos os mortos neles jazentes.
A multidão será incontável, abrangendo desde os primeiros homens a pisar neste planeta, até o último, cujo choro do nascimento estiver ainda fresco, sem falta de ninguém, absolutamente ninguém. É terrível pensar na última expressão do verso 13: “e foram julgados, um por um, segundo as suas obras”. Não causa estranheza terem sido julgados aqueles cujos atos estavam “nos livros das obras”, senão após a leitura de João 5:24, quando fica pelo menos desconfortável. João 5: 24 diz: “quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou TEM A VIDA ETERNA, NÃO ENTRA EM JUIZO, MAS (JÁ) PASSOU DA MORTE PARA A VIDA”. Não entrar em juízo equivale a não ser julgado, assim como TER a vida equivale a não estar sujeito a condenação, mesmo porque, PASSOU, JÁ PASSOU, DA MORTE PARA A VIDA. Se o Evangelho revela que os que ouvem as palavras de Jesus e crêem naquele que o enviou já estão isentos do juízo, ao mesmo tempo em que o Apocalipse, também do mesmo João, para não se pensar que é diferença teológica, revela que foram julgados os que não tiveram “assento” no livro da vida, mesmo protagonizando as páginas nos livros das obras, torna-se evidente que a condição do evangelho é que salva, e não as obras.
Efésios 2:8-9, que foi muito útil a Lutero, pode sê-lo para você também.
por Pr. Milton
A Bíblia Sagrada também nos brinda em Apocalipse 20:11-15 com a narrativa de um singular acontecimento envolvendo livros, ocorrido justamente no contexto de um dos mais singulares e extraordinários acontecimentos, que é o Dia do Juízo Final, a ocorrer diante do “grande trono branco”. Para começar, o texto e seu contexto ensinam que, naquele dia, grandes e pequenos, todos de pé e sem proteção judicial ou política alguma, estarão perante o último e definitivo tribunal, contra cujas sentenças jamais haverá recurso. A voracidade dos cemitérios, do mar e da morte, cederão lugar ao papel subserviente que assumirão, de verdadeiros oficiais de justiça, trazendo à presença do Supremo Juiz todos os mortos neles jazentes.
A multidão será incontável, abrangendo desde os primeiros homens a pisar neste planeta, até o último, cujo choro do nascimento estiver ainda fresco, sem falta de ninguém, absolutamente ninguém. É terrível pensar na última expressão do verso 13: “e foram julgados, um por um, segundo as suas obras”. Não causa estranheza terem sido julgados aqueles cujos atos estavam “nos livros das obras”, senão após a leitura de João 5:24, quando fica pelo menos desconfortável. João 5: 24 diz: “quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou TEM A VIDA ETERNA, NÃO ENTRA EM JUIZO, MAS (JÁ) PASSOU DA MORTE PARA A VIDA”. Não entrar em juízo equivale a não ser julgado, assim como TER a vida equivale a não estar sujeito a condenação, mesmo porque, PASSOU, JÁ PASSOU, DA MORTE PARA A VIDA. Se o Evangelho revela que os que ouvem as palavras de Jesus e crêem naquele que o enviou já estão isentos do juízo, ao mesmo tempo em que o Apocalipse, também do mesmo João, para não se pensar que é diferença teológica, revela que foram julgados os que não tiveram “assento” no livro da vida, mesmo protagonizando as páginas nos livros das obras, torna-se evidente que a condição do evangelho é que salva, e não as obras.
Efésios 2:8-9, que foi muito útil a Lutero, pode sê-lo para você também.
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